Sejam Bem Vindos ao AviaçãoTodoDia. Um Blog criado para reunir em um único lugar as principais notícias sobre a aviação. Aproveite, participe e compartilhe.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

SUSTO – Avião da Gol faz pouso brusco e assusta passageiros no aeroporto de Porto Velho



Passageiros que partiram do aeroporto JK, em Brasília, no voo 1910 da empresa Gol, contam que ficaram assustados com as más condições da aeronave.
Segundo o relato de um dos passageiros, o músico André Porto, 33 anos, no momento da aterrissagem em Rondônia, o piloto pousou bruscamente na pista do aeroporto internacional Jorge Teixeira (RO), o que provocou a queda de cinco placas que guardam as máscaras de oxigênio.
“O avião deu uma pancada no solo e o pedaço de ferro com cerca de 15 a 20 kg quase acertou a cabeça da minha filha de quatro anos. Se eu não tivesse colocado a mão não sei o que poderia ter acontecido”, desabafa André.
Ainda segundo o passageiro, antes da decolagem em Brasília, o piloto já estava realizando movimentos bruscos fora de normal, na pista do aeroporto.
“Quando ele desceu em Porto Velho foi em alta velocidade. Muitas pessoas começaram a chorar por causa da situação. Todo mundo ficou perplexo”, conta.
Conforme André, todos os passageiros notaram que a aeronave estava ultrapassada. Entretanto para o passageiro, o pior de tudo foi que o comandante não pediu desculpas as dezenas de pessoas que estavam viajando. Esta não é a primeira vez que o passageiro enfrenta problemas com a Gol. Ano passado em Manaus, passou também por uma experiência desagradável.
“O avião quase caiu na cidade”, diz. André disse que consultará um advogado para saber como vai agir contra a empresa aérea.
De acordo com assessoria da Gol, a aeronave sofreu vibração no momento de pousar o que provocou o grande impacto no avião. Ainda de acordo com a empresa, a aeronave estava em condições de realizar o voo. Após o acontecido, o avião foi encaminhado para o centro de manutenção da empresa. A equipe de reportagem do Diário tentou entrar em contato com a superintendência do aeroporto do Jorge Teixeira, mas não obteve resposta.
Você tem alguma opinião do que pode ter acontecido? Deixe seu comentário...

Avião de pequeno porte sai da pista no aeroporto de Guarulhos


Uma aeronave de pequeno porte saiu da pista durante o pouso no aeroporto de Guarulhos, na Grande SP, por volta das 13h40 desta terça-feira (24). Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

O avião tinha quatro pessoas a bordo e decolou em Belo Horizonte. Segundo a Infraero (estatal que administra os aeroportos), houve uma falha no trem de pouso e a aeronave saiu da pista.

O aeroporto de Guarulhos possui duas pistas, uma de 3 km e outra de 3,7 km. O acidente ocorreu na pista menor, que foi liberada por volta das 17h40.

A segunda pista funciona normalmente, mas foram registrados atrasos em voos. De acordo com balanço da Infraero, foram oito atrasos acima de 30 minutos nos voos internacionais, o que representa 12,5% do total programado desde a 0h. O índice estava acima da média dos outros aeroportos.

A empresa disse ainda que técnicos estão no local para apurar o que causou o acidente.

Fonte: Folha.com

Sucata de mais quatro aviões da Vasp deve ir a leilão



A sucata de mais quatro aviões da Vasp irá a leilão, ainda sem data marcada, de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo publicadas nesta terça-feira. Conforme a publicação, a Infraero foi contratada pelo Conselho Nacional de Justiça para agilizar o processo de falência da empresa e abrir espaço no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A empresa parou com as operações em 2005 e decretou a falência em 2008.

Os aviões estão estacionados no aeroporto há sete anos e a Infraero deixa de ganhar R$ 100 mil ao mês com a locação da área, segundo o jornal. Outras quatro aeronaves foram leiloadas em agosto de 2011 e arrecadaram R$ 291 mil. Espera-se que o novo leilão some cerca de R$ 30 mil, valor inferior ao gasto para transformar cada avião em sucata (cerca de R$ 35 mil), diz o jornal.

Fonte: Terra

TAM se prepara: quanto mais perto da classe C, melhor

Após iniciar sua estratégia para se aproximar do consumidor da Classe C há dois anos, a TAM busca em 2012 consolidar os pontos de contato com esse público. A empresa fortalece a plataforma “Diálogos”, com o lançamento de vídeos com depoimentos de novos clientes da companhia e continua a investir na educação do consumidor, fornecendo informações para os brasileiros que nunca viajaram de avião.

O projeto de reposicionamento foi iniciado em agosto de 2010 com a campanha “Vai de ônibus por quê?”, desenvolvida a partir de estudos de inteligência de mercado. Em paralelo à divulgação da plataforma, a TAM investiu na diversificação dos canais de venda, criando stands para a comercialização de passagens áreas em pontos de alta frequência dos consumidores da Classe C, como estações de metrô.
Também foi fechada uma parceria com a Casas Bahia para a criação de pontos de venda dentro das unidades da rede de varejo em São Paulo, com promoções formuladas especificamente para os moradores da região. Hoje, a TAM contabiliza 17 stands criados com esse propósito, sendo 10 em lojas da varejista, seis em estações de metrô do Rio de Janeiro e de São Paulo, além de uma unidade no Centro de Tradições Nordestinas da capital carioca.
Educando o consumidor
O investimento não foi em vão. “Desde a criação até o atual período, estes canais alternativos já apresentaram um crescimento de 60% nas vendas”, conta Rodrigo Trevizan, diretor de vendas diretas da TAM. Outra área que também recebeu atenção da empresa foram os materiais de comunicação distribuídos nos pontos de venda.
De acordo com pesquisas internas, a companhia verificou que uma das principais dificuldades encontradas pelos consumidores emergentes que viajam de avião pela primeira vez são os termos técnicos e procedimentos realizados nos aeroportos. Para esclarecer os temas, a TAM desenvolveu cartilhas com linguagem didática e próxima ao cotidiano do consumidor.
Além do material informativo, foi criado o site Minha Primeira Viagem, trazendo dicas para os turistas emergentes que nunca entraram em um avião. A porta-voz da campanha foi a cantora Ivete Sangalo, escolhida pela proximidade com o público alvo e, segundo dados da empresa, trouxe quase três milhões de novos passageiros para a TAM em 2011.
Colaboradores são parte importante do processo
Se nos anos anteriores o foco era apresentar não somente a companhia área, como também o mundo da aviação civil para a Classe C, em 2012, a empresa pretende intensificar o relacionamento com esse público. “Em março demos continuidade à plataforma ‘Diálogos’, com o lançamento de um novo vídeo com a participação de um consumidor emergente que viajou de avião pela primeira vez conosco. A iniciativa visa gerar confiança no público alvo e iniciar um relacionamento mais transparente”, esclarece Trevizan.
A ação também está alinhada a uma campanha de endomarketing lançada recentemente para os 30 mil colaboradores da TAM. Até o fim deste ano, serão postados no Youtube novos vídeos sobre histórias dos funcionários e sua relação com a companhia aérea. Os colaboradores também foram parte importante do processo de reposicionamento da marca.
Além do alinhamento na comunicação e da diversificação dos canais, o treinamento foi outro ponto chave na estratégia para se aproximar dos consumidores da nova classe média. Os funcionários, tanto da equipe de vendas, como os atendentes e comissários receberam orientações para adequar o linguajar ao lidar com os emergentes, evitando termos técnicos.
Criando identificação com o público alvo
Após dois anos do início do projeto, a TAM entra em uma nova fase e começa a colher novas informações para conhecer ainda mais o novo target. “Hoje sabemos que a maioria dos consumidores que viaja pela primeira vez vem do Sudeste em direção ao Nordeste, muitas vezes retornando a sua terra ou visitando parentes. Entre os destinos mais procurados pelos emergentes estão as cidades de Recife, Natal, João Pessoa e Fortaleza”, diz o diretor de vendas diretas da TAM.
Outro insight que vem aparecendo nas pesquisas é a preferência de roteiros internacionais, principalmente na América do Sul. “Apesar de serem pouco representativos em números, já conseguimos verificar um crescente interesse dos brasileiros pela Argentina. Baseados nessa informação, lançamos recentemente uma ação no programa A Grande Família, da Rede Globo, em que o casal de protagonistas viaja para Buenos Aires, por intermédio da TAM Viagens. Dessa forma, conseguimos unir o estereótipo da família de classe C do país ao nosso propósito”, ressalta Trevizan.
Fonte: Exame.com


US Airways passa de prejuízo a lucro no 1º tri

A US Airways Group registrou lucro de US$ 48 milhões, ou US$ 0,28 por ação, no primeiro trimestre, após reportar um prejuízo líquido de US$ 114 milhões, ou US$ 0,71 por ação, em igual período do ano passado. O lucro foi resultado da transferência de alguns direitos de decolagem e aterrissagem.

Excluindo itens extraordinários, como um ganho de US$ 73 milhões proveniente da transferência de alguns direitos de decolagem e aterrissagem para a Delta Air Lines, a companhia reportou um prejuízo de US$ 0,13 por ação no primeiro trimestre, ante prejuízo de US$ 0,68 por ação em igual período de 2011.
A receita com passageiros por assento disponível por milha, uma medida bastante observada no setor, subiu 8,2% no primeiro trimestre.
A receita operacional aumentou 10%, para US$ 3,27 bilhões. Os analistas entrevistados pela Thomson Reuters tinham previsto um prejuízo por ação US$ 0,25 e receita de US$ 3,24 bilhões.
As despesas operacionais da companhia totalizaram US$ 3,2 bilhões no primeiro trimestre, uma alta de 6,9% em relação a igual período do ano passado. O aumento das despesas foi conduzido pela alta de US$ 160 milhões dos custos dos combustíveis.
O tráfego aumentou 4,7%, enquanto a capacidade aumentou 3%. A taxa de ocupação subiu para 79,3%, de 78%. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Exame.com

Delta Airlines reverte prejuízo e lucra US$ 124 milhões

Delta Air Lines registrou um lucro de US$ 124 milhões, ou US$ 0,15 por ação, no primeiro trimestre, após reportar um prejuízo de US$ 318 milhões, ou US$ 0,38 por ação, em igual período do ano passado. A melhora do resultado da companhia foi conduzida por ganhos com hedge de combustível, enquanto a companhia aérea também registrou um crescimento da receita mais forte do que o esperado.


Excluindo itens como ganhos de US$ 151 milhões com marcação a mercado de hedges com combustíveis para períodos futuros, a companhia registrou um prejuízo por ação de US$ 0,05, em linha com as previsões dos analistas entrevistados pela Thomson Reuters.
Segundo a companhia, a receita com passageiros por assento disponíveis por milha, uma medida bastante observada pelo setor, aumentou 14% no primeiro trimestre. A receita operacional subiu 8,6%, para US$ 8,41 bilhões, superando as previsões dos analistas de uma receita de US$ 8,36 bilhões.
A Delta adequou sua capacidade à demanda no primeiro trimestre, o que a ajudou a sair de rotas que geravam prejuízo e cortar voos extras para alguns destinos. No primeiro trimestre, sua capacidade caiu 3% em relação a igual período do ano anterior, em linha com a queda de entre 3% a 5% prevista para o trimestre. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Exame.com

Boeing tem lucro de US$1,22 por ação no 1º tri


Boeing teve lucro de 1,22 dólar por ação e receita de 19,4 bilhões de dólares no primeiro trimestre, anunciou nesta quarta-feira a fabricante norte-americana de aeronaves.
Analistas consultados pela Thomson Reuters I/B/E/S esperavam lucro de 0,94 dólar por ação e receita de 18,37 bilhões de dólares.
A companhia informou que o volume de encomendas líquidas para o trimestre somou 42 bilhões de dólares e que a carteira de pedidos no fim do período atingiu recorde de 380 bilhões de dólares ante 356 bilhões no início do ano.
Fonte: Exame.com

Gol dispara na bolsa com notícia sobre conversas com a Delta

 Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA, segunda maior companhia aérea do País em valor de mercado, fechou na maior alta em uma semana após notícias de que estaria negociando a venda de uma participação adicional à Delta Air Lines Inc.


Gol estaria negociando a venda de uma participação adicional de 17 por cento em seu capital para a Delta Air Lines Inc, que hoje já detém 3 por cento da companhia sediada em São Paulo.

“Esse artigo da Folha remete muito ao que aconteceu em dezembro, quando a Delta anunciou ter comprado uma participação na Gol, aceitando pagar 45 por cento de prêmio sobre o preço de mercado”, disse Daniel Spilberg, analista do Barclays PLC, em entrevista por telefone de São Paulo. Caso a notícia se confirme, “isso pode ser realmente muito bom para o papel”, segundo ele.
Em nota enviada por e-mail de sua assessoria de imprensa externa, a Gol nega a negociação com a Delta. Sarah Lora, porta- voz da Delta, não quis comentar se a empresa tem planos para aumentar sua fatia na Gol.
Em 7 de dezembro, a Delta aceitou pagar US$ 100 milhões por 3 por cento do capital da Gol. Richard Anderson, presidente da Delta, disse na ocasião que as ações da Gol estavam “significativamente subvalorizadas” no mercado. O papel da companhia brasileira fechou a R$ 15,50 no dia do anúncio.
As ações da Delta fecharam em alta de 0,9 por cento em Nova York, à R$ 10,48, depois de terem chegado a subir 2,2 por cento ao longo do dia (24).
Fonte: Exame.com

Ministro garante modernização de aeroportos em dois anos


O ministro da Aviação Civil, Wagner Bittencourt, reafirmou ontem (24) que, nos próximos dois anos, todos os aeroportos brasileiros estarão dentro do processo de modernização do setor. Segundo ele, incluídos no processo não só os terminais administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) que já têm as licitações feitas, mas também as novas concessões, que deverão ser assumidas pelos consórcios vencedores no dia 25 de maio.


“Durante esse período vamos ver uma grande melhoria, não só de área, mas de qualidade de atendimento ao passageiro”, disse Bittencourt, logo após a abertura da Airport Infra Expo 2012, a Feira Internacional de Infraestrutura Aeroportuária, que começou ontem (24) e vai até quinta-feira (26), em São Paulo.

Quase quatro meses depois do leilão de concessão dos aeroportos, o ministro faz uma avaliação positiva do processo e acredita que os consórcios vencedores terão capacidade de atender adequadamente ao usuário. “São grupos fortes e experientes e estão se fortalecendo ainda mais. Acredito que teremos surpresas muito agradáveis nos investimentos que farão e na qualidade dos serviços prestados”, disse o ministro.
Ele informou que novos leilões ainda estão sendo discutidos no governo, mas ressaltou que não há prazos, nem conclusões.
Também não há previsão para a divulgação do plano de outorgas dos aeroportos, que antes estava prevista para o fim do primeiro trimestre deste ano. O plano estabelece os critérios para definir quais aeroportos serão controlados pela União, os que devem ser administrados pelos estados e municípios e aqueles que passarão para a iniciativa privada. “Assim que nós tivermos essa definição, ela será comunicada.”
Wagner Bittencourt atribuiu o atraso ao fato de haver várias questões técnicas envolvidas na discussão, por se tratar de um planejamento de longo prazo, abrangendo não só a modernização da infraestrutura existente, mas também novos aeroportos em regiões onde é preciso ampliar os serviços. “A partir daí, é necessário levar em consideração a participação, ou não, do setor privado. Isso tem que ser benfeito e planejado, e não é por causa de um ou dois meses que é atraso. São aperfeiçoamentos que o plano vai recebendo ao longo do tempo”, disse.
O ministro informou que, além dos 66 aeroportos que são administrados pela Infraero (dos quais três foram privatizados), existem 129 que recebem a aviação geral. Segundo ele, é preciso aumentar esse número de terminais para garantir maior cobertura e mais qualidade. “É isso que está sendo discutido. A ideia é estar, até o final de 2014, com uma política de investimentos sendo realizada e aeroportos atendendo a 94% da população.”
Para ele, o setor está preparado para a Copa do Mundo de 2014, embora haja necessidade de intervenções em todos os aeroportos, nas pistas, terminais e pátios, devido ao aumento do número de voos e de passageiros por causa desses eventos, e até no tamanho dos aviões.
“Se já estamos atendendo o dia a dia, que cresce na ordem de dois dígitos há três ou quatro anos, certamente atenderemos bem a Copa do Mundo, as Olimpíadas [em 2016] , a Rio+20 [Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, em junho deste ano ]e outros eventos que vierem. Mas precisamos atender tanto as necessidades das companhias aéreas quanto as dos passageiros”, ressaltou.
Fonte: Exame.com

GOL nega aumento de participação da Delta Air Lines


Em comunicado enviado à imprensa, a GOL negou o aumento de participação acionária na Delta Air Lines no capital da empresa. Segundo reportagem desta terça da Folha de São Paulo, a GOL estaria negociando a venda de mais 17% das suas ações à empresa americana. 

Hoje, a Delta possui uma fatia de 3% na companhia aérea, obtida depois de um aporte de 100 milhões de dólares anunciado em dezembro do ano passado. A GOL informou ainda que o fato relevante divulgado pela companhia na época "reflete exatamente o atual acordo". 

Com a operação, as empresas deram início a uma aliança de longo prazo, buscando sinergias de operação, além de compartilhamento de milhagens e voos. 
Estratégia 
O rumor de que as companhias estariam em negociação ganha força no momento em que a GOL adota novas estratégias para reverter o prejuízo do ano passado, quando perdeu 751,5 milhões de reais. Bastante penalizada na bolsa, a empresa já eliminou cargos de diretores e gerentes, reduziu o quadro de empregados e cortou o número de voos diários. 
Fonte: Exame.com