Passageiros conferem como será o aeroporto de Guarulhos no futuro, em espaço com telas interativas
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (07), durante
seu programa de rádio “Café com a presidenta”, que governo vai investir
R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais e relatou que "nos últimos
dez anos, o movimento nos aeroportos do Brasil mais que dobrou", tendo
no ano de 2012 cerca de 180 milhões de passageiros.
Para a presidente, o aumento da renda da população tem influência no
cenário aéreo do país. "Com o aumento da renda da população nos últimos
anos, cada vez mais brasileiros estão viajando de avião para fazer
negócios, também para visitar a família e também para passear no
exterior", diz.
O objetivo do governo, para ela, é aumentar o número de rotas e de voos
entre as cidades do interior e melhorar a qualidade dos serviços
prestados aos passageiros. "Um país do tamanho do Brasil precisa ter
bons e modernos aeroportos nas grandes metrópoles, mas, também, precisa
de uma rede de aeroportos que atendam bem as cidades do interior, as
pequenas e as médias", relata.
No âmbito do investimento nas cidades do interior, a presidente tem uma
visão muito positiva. "Não basta ter um bom aeroporto em uma cidade se
as empresas não colocarem voos para aquela cidade. Por isso, vamos
incentivar os voos regulares nos aeroportos regionais e até mesmo criar
novas rotas. Nós decidimos que os aeroportos que estão fora das capitais
e que movimentem até 1 milhão de passageiros por ano não vão mais
cobrar as tarifas aeroportuárias, que são as chamadas tarifas de
embarque", declara. Dilma também afirmou que vai isentar esses
aeroportos da cobrança de tarifas e que outra medida importante para que
o programa dê resultado é o subsídio, a ajuda que o governo vai dar
para implantação e manutenção das rotas regionais.
A presidente também falou sobre a concessão dos aeroportos do Galeão, no
Rio de Janeiro, e de Confins, em Belo Horizonte, destacou que os
leilões serão feitos em 2013 e que as empresas vencedoras deverão
investir em torno de R$ 11 bilhões neles. "Nós queremos atrair os
operadores dos maiores aeroportos do mundo para administrar Galeão e
Confins. Por isso, vamos exigir que as empresas que irão disputar a
concessão tenham experiência de gestão em grandes aeroportos", finaliza.
Fonte: G1, em São Paulo - Foto: Jorge Araújo/Folhapress
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