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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Iberia reduz em 20% salários de pilotos



Em disputa com seus funcionários desde o final do ano passado, a Iberia anunciou ontem redução de 20% nos salários dos pilotos, uma redução de 62 milhões de euros, adotada como medida para enfrentar a crise econômica “agravada pelas greves sindicais”, anunciou a empresa aérea. A Iberia determinou que a redução será aplicada apenas aos salários dos pilotos que, segundo ela, “é o único grupo que após dois anos e meio de negociações não chegou a um acordo em relação ao Convênio Coletivo, algo alcançado com todos os demais grupos da empresa”, afirma. 

De acordo com a Iberia, a empresa atravessa situação difícil, em consequência da fraca demanda, dos altos preços do petróleo e da forte concorrência. “Essa delicada situação foi fortemente agravada pelas greves que desde o último mês de dezembro estão sendo levadas a cabo pelo sindicato de pilotos Sepla e que provocaram perdas diárias para a Iberia de 3 milhões de euros”, diz o comunicado da empresa. 
Fonte: Panrotas
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Avião pousa com vidro trincado em Porto Alegre



Um voo que decolou na tarde desta terça-feira (17) do Rio de Janeiro pousou em Porto Alegre por problemas técnicos. Uma rachadura no vidro da cabine obrigou o piloto a descer na capital gaúcha, sem fazer a escala prevista em Florianópolis. Houve tumulto no Aeroporto Salgado Filho.
O voo 5818 da empresa Webjet saiu do Aeroporto do Galeão por volta das 15h30 com cerca de 70 passageiros a bordo. A viagem tinha uma escala prevista na capital catarinense antes do destino final, no Rio Grande do Sul. Segundo o relato de passageiros, ao sobrevoar Santa Catarina, o piloto informou que, por problemas técnicos, seguiria direto para Porto Alegre.
A aeronave aterrissou com segurança no Salgado Filho por volta das 17h30. Mas ao desembarcarem e constatarem a rachadura no vidro, alguns passageiros se revoltaram. Eles questionaram os funcionários da companhia aérea sobre o risco de voar nessas condições. Para eles, o piloto deveria ter pousado o mais breve possível, em Florianópolis. Houve um princípio de confusão no saguão, e a Polícia Federal foi chamada para controlar o tumulto.
Com os ânimos acalmados, o avião danificado foi encaminhado para a manutenção e os cerca de dois terços dos passageiros que iriam para a capital catarinense foram recolocados em outro voo, que decolou pouco antes das 20h de Porto Alegre com destino a Florianópólis.
A assessoria de imprensa da Webjet informou que o piloto seguiu os procedimentos de segurança. Segundo a companhia, é muito raro um vidro trincar, mas isso pode acontecer em função de mudanças de pressão e temperatura. Nesta situação, diz a empresa, é recomendável pousar em uma pista maior, para diminuir a pressão na hora da frenagem. Por este motivo, o piloto teria escolhido o Salgado Filho, cuja pista mede 2.280 metros, em vez de o Hercílio Luz, no qual a pista utilizada seria de 1,5 mil metros.
Fonte: G1.com
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Azul não participa de distribuição de voos em Congonhas


Azul não participou da distribuição de slots (autorizações de pousos e decolagens) no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A reunião aconteceu nesta quarta-feira na sede da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Estavam presentes representantes da TAM, Gol/Varig, Avianca, Passaredo, WebJet e NHT.
São 227 slots disponíveis. De acordo com a regra, a cada quatro pares de slots distribuídos para companhias que já atuam em Congonhas haverá um par para companhias "entrantes". No caso, Passaredo e NHT são consideradas entrantes.
Fonte: Exame.com
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GOL tem grande queda nas ações após governo negar desoneração


GOL Linhas Aéreas Inteligentes SA, segunda maior companhia aérea do País em valor de mercado, opera com a maior queda em quase quatro meses após o governo negar que estuda desonerar a folha de pagamento do setor aéreo.


A GOL caía 6,5 por cento, para R$ 10,64, às 14:51, maior baixa intradiária desde 19 de dezembro e a maior desvalorização entre integrantes do Ibovespa, que subia 0,4 por cento.

Ontem, a GOL disparou 11 por cento depois que o jornal Valor Econômico disse que o governo poderia desonerar a folha de pagamento e reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços que incide sobre combustível de aviação. O jornal não disse onde obteve a informação.
Em comunicado por e-mail ontem após o fechamento do mercado, o Ministério da Fazenda negou que esteja estudando a desoneração da folha para aéreas, sem comentar se poderá cortar ICMS sobre combustível de aviação. Juntos, os gastos com pessoal e combustíveis representaram 60,1 por cento dos custos da GOL no quarto trimestre, segundo comunicado no dia 27 de março.
“Agora não há nenhum ‘driver’ que sustente ganhos no setor aéreo”, disse o analista do setor aéreo do Banco do Brasil SA, Leonardo Nitta, em entrevista por telefone de São Paulo. “A única coisa que poderia ajudar a GOL seria uma redução de custos, como a da especulação de ontem, que reduziria os dois maiores custos da companhia, a folha de pagamento e o gasto com combustíveis”.
O governo desonerou a folha de pagamento de 15 setores ao eliminar a contribuição previdenciária patronal sobre a folha em 3 de abril para reduzir o custo da mão de obra e fomentar o crescimento econômico. Os segmentos beneficiados incluem os de têxteis, de autopeças e de fabricação de aeronaves, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em 3 de abril. No dia seguinte, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o Brasil tem planos para estender a desoneração da folha para todos os setores produtivos até 2014.
No comunicado de 27 de março, a GOL disse que seus gastos com pessoal aumentaram 30 por cento, para R$ 447,6 milhões, no quarto trimestre. Em 2 de abril, a empresa anunciou a demissão de 131 pilotos e tripulantes e o corte de 80 de seus 900 voos diários para reduzir custos.
As ações da GOL acumulam queda de 8,5 por cento no ano até ontem, contra alta de 10,5 por cento do Ibovespa no mesmo período.
Fonte: Exame.com
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TAM vê crescimento menor do tráfego aéreo no mercado doméstico


A companhia aérea TAM revisou suas estimativas para oferta de assentos no mercado doméstico para entre zero e queda de 2 por cento, ante estimativa anterior de estabilidade a avanço de 2 por cento.
Já a demanda por voos no Brasil crescerá entre 7 e 9 por cento neste ano, segundo a TAM, que previa antes aumento de 8 a 11 por cento.
"Ao observar o comportamento do mercado nos últimos meses, a empresa verificou uma elasticidade na demanda em relação ao preço das passagens e por isso considerou necessária a revisão", disse a empresa em comunicado nesta terça-feira.
Fonte: Exame.com
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GOL dispara mais de 11% na bolsa


Após seguidas quedas na bolsa, as ações da GOL (GOLL4) tiveram ontem (17) um dia de folga na derrubada e lidera com folga os ganhos no Ibovespa. O papel terminou o pregão em alta de 11,02%, cotado em 11,38 reais.

As ações refletem a possibilidade de o governo lançar um “pacote de bondades” para empresas aéreas, que resolveria boa parte dos problemas que têm levado queda ao papel da GOL.
Segundo matéria do jornal Valor Econômico publicada nesta terça-feira, o governo estaria preparando um plano de ajuda para essas companhias que inclui desoneração da folha de pagamento por meio da troca da cobrança de 20% sobre os salários por uma pequena contribuição de 1% ou 2% sobre o faturamento dessas companhias para as despesas relativas ao INSS.
A GOL tem mostrado que os custos com mão de obra são uma grande preocupação e demitiu funcionários para tentar reduzir esses custos.
Além disso, a matéria também diz que outro incentivo para essas companhias seria a redução do ICMS sobre o querosene de aviação.
O preço do combustível é outro ponto apontado por analistas para a derrubada dos resultados e, consequentemente, das ações da GOL.
Fonte: Exame.com
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Embraer eleva entregas, mas cai carteira de pedidos

Embraer entregou 34 aeronaves no primeiro trimestre, volume 21,4 por cento maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Apesar disso, a carteira de pedidos firmes recuou na mesma comparação, levantando questões sobre a estabilidade de sua receita futura.

A companhia entregou de janeiro a março 21 aviões para o segmento comercial e 13 para aviação executiva, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira. Um ano antes, as entregas tinham sido de 20 jatos comerciais e oito executivos.
Nos três primeiros meses do ano, o maior volume de entregas na aviação comercial foi do modelo 190, com 13 envios a clientes. Na aviação executiva, foram 12 jatos leves e 1 de grande porte.
No último trimestre, a Embraer fechou a venda de 12 novos jatos comerciais: dez Embraer 195 para a brasileira Azul, um Embraer 190 para a BA CityFlyer e um Embraer 170 para a japonesa JAL.
A empresa manteve expectativa divulgada em fevereiro de entregar entre 105 e 110 jatos comerciais, 75 e 85 jatos executivos leves e entre 15 e 20 jatos executivos grandes em 2012, atingindo uma receita líquida de 5,8 bilhões a 6,2 bilhões de dólares.
No encerramento de março, a carteira de pedidos firmes (backlog) totalizava 14,7 bilhões de dólares, uma queda de 8 por cento sobre os 16 bilhões de dólares registrados um ano antes e inferior aos 15,4 bilhões de dólares do final de 2011. O número de aviões comerciais a entregar era de 240 unidades no fim de março.
A Embraer tem se esforçado para elevar seu backlog, o que significa futura receita potencial, após um declínio na indústria global de aviação após a crise financeira e econômica mundial de 2008 e 2009.
A previsão da companhia de demanda estável neste ano no mercado de aviação regional deve permitir à fabricante substituir as entregas dos seus E-jets com novas encomendas de valor semelhante.
A Embraer divulgará seus demonstrativo de resultado do primeiro trimestre de 2012 em 26 de abril.
Às 13h26, a ação da Embraer cedia 0,25 por cento na bolsa paulista, a 16,03 reais. No mesmo horário, o Ibovespa subia 1,4 por cento.
Fonte: Exame.com
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