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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Taxa de ocupação doméstica da Gol atinge 84,1% em janei
A Gol apresentou no mês de janeiro um aumento na taxa de ocupação doméstica em relação a janeiro de 2014 para 84,1%, um avanço de 5,9 pontos porcentuais. Na comparação com dezembro, o aumento foi de 3,9 pontos porcentuais.
Conforme dados prévios de tráfego anunciados nesta segunda-feira, 23, a Gol ampliou a demanda doméstica (indicador RPK) em 12% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2014 e 8,3% sobre dezembro.
Ainda sobre o mercado doméstico, a capacidade (ASK) teve aumento de 4,2% na comparação anual e 3,3% na mensal.
No mercado internacional, a demanda em janeiro aumentou 28,9% e a oferta, 25,1% na comparação com janeiro de 2014, ao passo que a taxa de ocupação cresceu 1,8 ponto porcentual. para 76,4%.
Na comparação com dezembro, os dados são, respectivamente, de 16%, 5,6% e 6,4 pontos porcentuais.
No total, somando doméstico e internacional, a demanda cresceu 13,7% e a oferta, 6,5% na variação anual, enquanto na comparação mensal os porcentuais foram de 9,1% e 3,6%, respectivamente.
Em nota, a Gol destaca que registrou recorde de passageiros transportados por uma companhia aérea no Brasil em um mês, com 4,020 milhões de passageiros no sistema total, volume que significa alta de 9,1% ante janeiro de 2014 e 5,8% em relação a dezembro.
"A Gol registrou no dia 05 de janeiro de 2015 recorde de passageiros transportados em um único dia, com cerca de 157 mil clientes, em 1.039 voos. A grande movimentação ocorreu devido ao retorno dos viajantes após os feriados de fim de ano", descreve a empresa.
Fonte: Exame
Taxa de ocupação doméstica da TAM atinge 86,6% em janeiro
O desempenho da TAM no mercado doméstico brasileiro superou a média do sistema Latam Airlines em janeiro, de acordo com dados preliminares divulgados na noite desta segunda-feira, 9, pelo grupo.
A empresa registrou um taxa de ocupação de 86,6% nos voos nacionais no mês passado, quando a demanda tradicionalmente é alta por conta das férias de verão.
A taxa corresponde a uma alta de 2,8 pontos porcentuais (p.p.) frente a igual mês de 2014.
O forte indicador é resultado de um crescimento do tráfego - medido em passageiro-quilômetro pago (RPK) - da ordem de 5,4%, enquanto a oferta - medida em assento-quilômetro disponível - aumentou 2,1%.
A taxa de ocupação registrada nos voos domésticos brasileiros é superior à verificada na malha doméstica do grupo Latam nos países de língua espanhola (Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia), que chegou a 83,3%, um avanço de 1,2 ponto porcentual.
Também foi maior que a observada nas operações internacionais de TAM e LAN, que foi de 85,8%, anta de 2,1 p.p..
No consolidado, o grupo registrou uma taxa de ocupação de 85,7%, o que corresponde a um crescimento de 2,2 p.p..
No consolidado do grupo, tráfego de passageiros registrou aumento de 5,3%, enquanto a capacidade cresceu em 2,6%.
A expansão, tanto de demanda como de oferta, foi impulsionada principalmente pelo mercado doméstico dos países de língua espanhola, que registrou crescimento de 7,1% do tráfego e de 5,5% no volume de assentos disponíveis.
Já o segmento internacional registrou alta de 4,6% na demanda e de 2,1% na oferta.
O tráfego internacional inclui as operações internacionais de LAN e TAM nas rotas entre países da América do Sul e de longo curso.
O grupo não divulga o desempenho em separado das duas filiais nas operações internacionais.
Juntas, essas operações respondem por cerca de 50% do tráfego total de passageiros da Latam (em RPK).
No total, o grupo transportou 6,439 milhões de passageiros, um aumento de 5,2%.
Os passageiros atendidos pela TAM no mercado doméstico responderam por metade desse número, 3,227 milhões, alta de 4%.
Carga
O grupo também divulgou seus dados de carga, que não são tão animadores. A
demanda caiu 8,1%, enquanto a capacidade diminuiu em 3% em janeiro. Como resultado, o fator de ocupação diminuiu 2,9 pontos porcentuais, para 52,7%.
Conforme a Latam, a diminuição do tráfego de cargas foi provocada pelo enfraquecimento das importações para a América Latina, já a diminuição na capacidade de carga é resultado de uma menor operação de aviões cargueiros.
Fonte: Exame
Tam aumentará voos para Cancun de 1 para 3 semanais
Única companhia aérea a oferecer voo direto de São Paulo para Cancún, a Tam terá, a partir de julho, duas frequências adicionais entre a capital paulista e o destino mexicano, totalizando três por semana. As novas frequências sairão de São Paulo (GRU) aos domingos e às quartas-feiras. O voo atual será mantido aos sábados.
Fonte: Panrotas
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Como o dólar negou à GOL a vantagem do combustível barato

Nova York - Esse deveria ter sido o momento da GOL Linhas Aéreas Inteligentes SA.
A maior empresa aérea do Brasil foi bem-sucedida em diminuir custos ao reduzir o número de voos e cortar postos de trabalho e, mais recentemente, poderia se beneficiar de uma ajuda extra: uma queda histórica nos preços do petróleo poderia contribuir para reduzir drasticamente seus custos com combustível. Mas a empresa não teve tanta sorte.
Em vez de colher os benefícios dos preços mais baixos do petróleo, a queda de 22 por cento do real frente ao dólar nos últimos seis meses está inflando a dívida que a empresa aérea tem no exterior.
A GOL obtém 87 por cento de sua receita em reais, enquanto cerca de 75 por cento de seus compromissos financeiros são em moeda estrangeira. O receio de que a companhia aérea terá dificuldades para pagar sua dívida em dólar levaram os rendimentos de seus títulos a um avanço de mais de 3 pontos porcentuais desde que eles foram vendidos, em setembro, para uma alta de 11,8 por cento.
“Eles têm um descasamento grande entre receita em real e dívida em dólar”, disse Carlos Gribel, chefe de renda fixa da Andbanc Brokerage, por telefone, de Miami.
“Qualquer ajuste no dólar, como esse que vimos recentemente, vai na veia do balanço deles, por mais que não impacte tanto o caixa”, disse.
Mergulho do real
Eduardo Masson, diretor de Relações com Investidores da GOL, disse que o declínio dos títulos está mais relacionado a um movimento mais amplo de aversão de investidores a ativos brasileiros.
“Eu não enxergo uma deterioração nos bonds relacionada ao risco específico da companhia. É uma questão macro, relacionada à atividade econômica, câmbio e risco do Brasil”, disse ele por telefone de São Paulo. “A GOL nunca esteve em uma posição mais forte do ponto de vista creditício”.
O diretor financeiro da empresa, Edmar Lopes, mencionou o aumento dos custos relacionados ao dólar em novembro, quando disse que o prejuízo da empresa no terceiro trimestre ampliou-se 24 por cento em relação ao segundo trimestre, para R$ 245 milhões (US$ 85 milhões).
Em uma apresentação, em fevereiro, a GOL disse que não teve ganhos com a queda de 3 por cento nos preços médios dos combustíveis no último trimestre, em parte porque o dólar teve uma valorização de 12 por cento em relação ao real no período.
A GOL deve começar a colher benefícios do petróleo mais barato no primeiro trimestre de 2015, segundo Masson, quando as garantias expirarem e porque o preço do combustível de avião no Brasil tem um atraso de cerca de 45 dias em relação às oscilações do petróleo.
A empresa tem cerca de um terço de sua exposição ao petróleo e ao câmbio durante um período de seis meses protegidos de flutuação cambial, disse ele. A GOL estima que o combustível represente 40 por cento de seus custos.
O real se desvaloriza em um momento em que os analistas consultados pelo Banco Central do Brasil projetaram a primeira recessão desde 2009 para a maior economia da América Latina.
Os títulos da empresa aérea da emissão de US$ 325 milhões para 2022 rendem agora o dobro da média dos pares do setor e estão na iminência de serem considerados passíveis de calote, com 9,7 pontos porcentuais a mais do que os títulos do Tesouro dos EUA de vencimento similar, segundo dados do Bank of America Corp. compilados pela Bloomberg.
“Lucrar em reais e comprar uma commodity dolarizada é um negócio difícil atualmente”, disse Wilbur Matthews, CEO da Vaquero Global Investment LP, por telefone, de San Antonio, EUA. “O dólar está pressionando eles mais do que qualquer outra coisa”.
Fonte: Exame.com
Ladrões roubam R$800 mil em tablets e celulares em Congonhas
São Paulo - Um grupo formado por 13 assaltantes invadiu um galpão da companhia aérea TAM, no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, e roubou uma carga de celulares e tablets avaliada em cerca de R$ 800 mil, na manhã de segunda-feira, 23.
Os assaltantes renderam os funcionários do local e invadiram a área restrita com um caminhão-baú.
Segundo policiais da Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur) do Aeroporto de Congonhas, existe a suspeita de participação de funcionários da TAM.
A ação dos assaltantes foi registrada por um câmera de segurança. Os equipamentos estavam em um palete.
A empresa informou "que segue colaborando com as autoridades policiais nas investigações."
Após o roubo, investigadores da Deatur e do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil foram atrás da carga.
Os equipamentos tinham um dispositivo GPS chamado "isca", usado para localizar produtos roubados.
O rastreador indicou que os celulares e os tablets estavam na Favela Alba, na região do Jabaquara, atrás do aeroporto.
Os policiais encontraram um Volkswagen Golf preto que foi usado por parte do bando para fugir do galpão, estacionado em frente uma casa.
Não havia ninguém dentro do imóvel e apenas alguns equipamentos foram recuperados.
Os policiais também apreenderam uma pistola calibre .380. Nesta terça-feira, 24, a Polícia Civil irá ouvir testemunhas e funcionários.
Três assaltantes já foram identificados e todos têm passagem pela polícia. Ninguém foi preso.
Fonte: Exame.com
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