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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Delta Airlines reverte prejuízo e lucra US$ 124 milhões

Delta Air Lines registrou um lucro de US$ 124 milhões, ou US$ 0,15 por ação, no primeiro trimestre, após reportar um prejuízo de US$ 318 milhões, ou US$ 0,38 por ação, em igual período do ano passado. A melhora do resultado da companhia foi conduzida por ganhos com hedge de combustível, enquanto a companhia aérea também registrou um crescimento da receita mais forte do que o esperado.


Excluindo itens como ganhos de US$ 151 milhões com marcação a mercado de hedges com combustíveis para períodos futuros, a companhia registrou um prejuízo por ação de US$ 0,05, em linha com as previsões dos analistas entrevistados pela Thomson Reuters.
Segundo a companhia, a receita com passageiros por assento disponíveis por milha, uma medida bastante observada pelo setor, aumentou 14% no primeiro trimestre. A receita operacional subiu 8,6%, para US$ 8,41 bilhões, superando as previsões dos analistas de uma receita de US$ 8,36 bilhões.
A Delta adequou sua capacidade à demanda no primeiro trimestre, o que a ajudou a sair de rotas que geravam prejuízo e cortar voos extras para alguns destinos. No primeiro trimestre, sua capacidade caiu 3% em relação a igual período do ano anterior, em linha com a queda de entre 3% a 5% prevista para o trimestre. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Exame.com

Boeing tem lucro de US$1,22 por ação no 1º tri


Boeing teve lucro de 1,22 dólar por ação e receita de 19,4 bilhões de dólares no primeiro trimestre, anunciou nesta quarta-feira a fabricante norte-americana de aeronaves.
Analistas consultados pela Thomson Reuters I/B/E/S esperavam lucro de 0,94 dólar por ação e receita de 18,37 bilhões de dólares.
A companhia informou que o volume de encomendas líquidas para o trimestre somou 42 bilhões de dólares e que a carteira de pedidos no fim do período atingiu recorde de 380 bilhões de dólares ante 356 bilhões no início do ano.
Fonte: Exame.com

Gol dispara na bolsa com notícia sobre conversas com a Delta

 Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA, segunda maior companhia aérea do País em valor de mercado, fechou na maior alta em uma semana após notícias de que estaria negociando a venda de uma participação adicional à Delta Air Lines Inc.


Gol estaria negociando a venda de uma participação adicional de 17 por cento em seu capital para a Delta Air Lines Inc, que hoje já detém 3 por cento da companhia sediada em São Paulo.

“Esse artigo da Folha remete muito ao que aconteceu em dezembro, quando a Delta anunciou ter comprado uma participação na Gol, aceitando pagar 45 por cento de prêmio sobre o preço de mercado”, disse Daniel Spilberg, analista do Barclays PLC, em entrevista por telefone de São Paulo. Caso a notícia se confirme, “isso pode ser realmente muito bom para o papel”, segundo ele.
Em nota enviada por e-mail de sua assessoria de imprensa externa, a Gol nega a negociação com a Delta. Sarah Lora, porta- voz da Delta, não quis comentar se a empresa tem planos para aumentar sua fatia na Gol.
Em 7 de dezembro, a Delta aceitou pagar US$ 100 milhões por 3 por cento do capital da Gol. Richard Anderson, presidente da Delta, disse na ocasião que as ações da Gol estavam “significativamente subvalorizadas” no mercado. O papel da companhia brasileira fechou a R$ 15,50 no dia do anúncio.
As ações da Delta fecharam em alta de 0,9 por cento em Nova York, à R$ 10,48, depois de terem chegado a subir 2,2 por cento ao longo do dia (24).
Fonte: Exame.com

Ministro garante modernização de aeroportos em dois anos


O ministro da Aviação Civil, Wagner Bittencourt, reafirmou ontem (24) que, nos próximos dois anos, todos os aeroportos brasileiros estarão dentro do processo de modernização do setor. Segundo ele, incluídos no processo não só os terminais administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) que já têm as licitações feitas, mas também as novas concessões, que deverão ser assumidas pelos consórcios vencedores no dia 25 de maio.


“Durante esse período vamos ver uma grande melhoria, não só de área, mas de qualidade de atendimento ao passageiro”, disse Bittencourt, logo após a abertura da Airport Infra Expo 2012, a Feira Internacional de Infraestrutura Aeroportuária, que começou ontem (24) e vai até quinta-feira (26), em São Paulo.

Quase quatro meses depois do leilão de concessão dos aeroportos, o ministro faz uma avaliação positiva do processo e acredita que os consórcios vencedores terão capacidade de atender adequadamente ao usuário. “São grupos fortes e experientes e estão se fortalecendo ainda mais. Acredito que teremos surpresas muito agradáveis nos investimentos que farão e na qualidade dos serviços prestados”, disse o ministro.
Ele informou que novos leilões ainda estão sendo discutidos no governo, mas ressaltou que não há prazos, nem conclusões.
Também não há previsão para a divulgação do plano de outorgas dos aeroportos, que antes estava prevista para o fim do primeiro trimestre deste ano. O plano estabelece os critérios para definir quais aeroportos serão controlados pela União, os que devem ser administrados pelos estados e municípios e aqueles que passarão para a iniciativa privada. “Assim que nós tivermos essa definição, ela será comunicada.”
Wagner Bittencourt atribuiu o atraso ao fato de haver várias questões técnicas envolvidas na discussão, por se tratar de um planejamento de longo prazo, abrangendo não só a modernização da infraestrutura existente, mas também novos aeroportos em regiões onde é preciso ampliar os serviços. “A partir daí, é necessário levar em consideração a participação, ou não, do setor privado. Isso tem que ser benfeito e planejado, e não é por causa de um ou dois meses que é atraso. São aperfeiçoamentos que o plano vai recebendo ao longo do tempo”, disse.
O ministro informou que, além dos 66 aeroportos que são administrados pela Infraero (dos quais três foram privatizados), existem 129 que recebem a aviação geral. Segundo ele, é preciso aumentar esse número de terminais para garantir maior cobertura e mais qualidade. “É isso que está sendo discutido. A ideia é estar, até o final de 2014, com uma política de investimentos sendo realizada e aeroportos atendendo a 94% da população.”
Para ele, o setor está preparado para a Copa do Mundo de 2014, embora haja necessidade de intervenções em todos os aeroportos, nas pistas, terminais e pátios, devido ao aumento do número de voos e de passageiros por causa desses eventos, e até no tamanho dos aviões.
“Se já estamos atendendo o dia a dia, que cresce na ordem de dois dígitos há três ou quatro anos, certamente atenderemos bem a Copa do Mundo, as Olimpíadas [em 2016] , a Rio+20 [Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, em junho deste ano ]e outros eventos que vierem. Mas precisamos atender tanto as necessidades das companhias aéreas quanto as dos passageiros”, ressaltou.
Fonte: Exame.com

GOL nega aumento de participação da Delta Air Lines


Em comunicado enviado à imprensa, a GOL negou o aumento de participação acionária na Delta Air Lines no capital da empresa. Segundo reportagem desta terça da Folha de São Paulo, a GOL estaria negociando a venda de mais 17% das suas ações à empresa americana. 

Hoje, a Delta possui uma fatia de 3% na companhia aérea, obtida depois de um aporte de 100 milhões de dólares anunciado em dezembro do ano passado. A GOL informou ainda que o fato relevante divulgado pela companhia na época "reflete exatamente o atual acordo". 

Com a operação, as empresas deram início a uma aliança de longo prazo, buscando sinergias de operação, além de compartilhamento de milhagens e voos. 
Estratégia 
O rumor de que as companhias estariam em negociação ganha força no momento em que a GOL adota novas estratégias para reverter o prejuízo do ano passado, quando perdeu 751,5 milhões de reais. Bastante penalizada na bolsa, a empresa já eliminou cargos de diretores e gerentes, reduziu o quadro de empregados e cortou o número de voos diários. 
Fonte: Exame.com